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13/05/2026
Uma formação completa passa pela educação de excelência, mas também inclui iniciativas que estimulam o desenvolvimento da criança em outras frentes, como é o caso das atividades extracurriculares.
Essas atividades são complementares às pedagógicas e influenciam o desenvolvimento pessoal dos alunos. Enquanto são praticadas, os vínculos entre eles se fortalecem, novas habilidades são estimuladas e ocorre o contato com áreas de interesse antes desconhecidas.
Nesse sentido, para você compreender o que são atividades extracurriculares e como elas influenciam a formação de crianças e adolescentes, criamos um conteúdo voltado para esse assunto.
As atividades extracurriculares são complementares às aulas e acontecem fora do horário regular da escola. Na maioria das escolas, elas incluem várias opções, como práticas artísticas e esportivas. Essas atividades contribuem para o desenvolvimento de habilidades sociais, emocionais e físicas, favorecendo a autonomia dos alunos e o trabalho em equipe.
Algumas escolas costumam oferecer atividades extracurriculares de acordo com os interesses, as habilidades e a faixa etária das crianças e incluem:
São compostas por esportes tradicionais, como futsal, vôlei, basquete, handebol, atletismo, natação, judô, xadrez, ginástica e vários outros.
São atividades voltadas para as artes, incluindo aulas de violão, balé, hip-hop, oficinas de arte, música, teatro, entre outras.
Outra alternativa são as atividades acadêmicas, que podem incluir grupos de pesquisa, aulas de robótica e clube de ciências, por exemplo.
A coordenadora da Educação Infantil e do Ensino Fundamental - Anos Iniciais do Colégio Bom Jesus, Isabel Marconcin, explica que os benefícios das atividades extracurriculares são diversos e estão diretamente relacionados à atividade escolhida. “Por exemplo, o xadrez e a robótica envolvem o desenvolvimento de estratégias e contribuem para o fortalecimento das funções executivas, como a memória de trabalho, o controle inibitório e a flexibilidade cognitiva. As funções executivas são essenciais para a aprendizagem ao longo da vida”.
Ela menciona ainda que as práticas desportivas coletivas e o teatro contribuem para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, pois requerem a colaboração e a empatia, a resolução de problemas e de conflitos. “De modo geral, as atividades extracurriculares físicas e artísticas, praticadas de modo regular, auxiliam na liberação de endorfina e contribuem para a regulação do estresse e da ansiedade. Além disso, participar de um time ou elenco ajuda a criança a desenvolver o sentimento de pertencimento e de identidade”, conta.
Além dessas vantagens, um estudo realizado pela Fundação Itaú, intitulado “Hábitos culturais”, em parceria com a Datafolha, que ouviu 2.405 pessoas em todo o país, demonstra que:
Cada criança, de acordo com a idade e suas características, pode desenvolver interesse por diferentes tipos de atividade, independentemente do nível de ensino em que esteja.
Dessa forma, algumas vão preferir práticas esportivas, por meio das quais podem exercitar o corpo e a tomada rápida de decisões, enquanto outras irão optar pelas artes, que despertam a criatividade e as emoções e facilitam a expressão de sentimentos.
Isabel reforça que ao planejar as atividades extracurriculares é importante priorizar o equilíbrio e evitar a sobrecarga. “É importante, ainda, envolver as crianças na seleção da atividade extracurricular e prever tempo para a interação com amigos e familiares, tempo para o brincar livre e tempo para o ócio”, explica.
As escolas oferecem cada vez mais opções, e essa variedade faz com que os pais fiquem em dúvida sobre quais são as mais indicadas. Pensando nisso, elencamos alguns aspectos que precisam ser considerados nesse momento de escolha:
Considere as atividades que estejam de acordo com a idade e a fase de desenvolvimento do seu filho ou que sejam adaptadas a uma faixa etária específica.
Desde cedo, as crianças demonstram interesse por determinados assuntos. Uma criança que gosta de esportes, por exemplo, muito provavelmente vai se interessar por uma atividade extracurricular desse tipo, assim como uma criança que gosta de desenhar pode se interessar por aulas de arte, por exemplo.
Muitos pais criam expectativas nas atividades extracurriculares, pois desejam que elas ajudem os filhos a desenvolver habilidades importantes. Essa expectativa é natural, no entanto, é importante lembrar que cada criança tem o próprio ritmo, bem como interesses particulares e formas únicas de se expressar. Nem sempre a primeira escolha será aquela à qual ela vai se adaptar ou com a qual vai se sentir confortável
A rotina e a carga horária das atividades extracurriculares precisam ser pensadas com cuidado para que a criança aprenda, brinque e descanse também. Não sobrecarregá-la durante o dia a dia é essencial para que não ocorra cansaço excessivo.
Por ser o ambiente onde as atividades extracurriculares são oferecidas, a escola tem um papel essencial: estimular nos alunos o interesse por áreas que irão fazer parte da vida deles por muito tempo.
Portanto, a estrutura física deve estar preparada para isso, além de haver profissionais preparados para conduzir essas atividades. Professores qualificados, atentos à singularidade de cada turma, às diferentes habilidades e aos desafios individuais, conseguem acolher, incentivar e orientar os alunos de forma respeitosa e construtiva.
Everton Saad, que é coordenador de Educação Física do Centro de Estudos e Pesquisas (CEP) do Colégio Bom Jesus, reforça a importância dessas atividades. “O movimento é a base para um crescimento saudável. Durante as atividades extracurriculares nossos alunos descobrem talentos e fortalecem a autoconfiança, indo muito além das quadras, das salas de aula e desenvolvendo as habilidades socioemocionais também”, comenta.
Se você é pai ou mãe e está considerando matricular seu filho ou filha em uma atividade extracurricular, busque informações sobre os professores e sua formação. Se possível, assista a uma aula para compreender a abordagem utilizada, assim você irá identificar se aquele ambiente favorece uma experiência enriquecedora e significativa para a criança.
No Bom Jesus, os alunos são estimulados a participar das atividades extracurriculares, já que nesses momentos os vínculos são fortalecidos e as habilidades socioemocionais são praticadas.
As atividades esportivas, por exemplo, ensinam na prática valores como resiliência, paciência e perseverança e demonstram que o esforço contínuo é essencial para o desenvolvimento e o aprimoramento. Nessas experiências, os alunos aprendem que o caminho também envolve desafios e que nem só as vitórias fazem parte desse percurso. Esses e outros aprendizados são fundamentais para uma formação completa e são contemplados pela nossa metodologia única de ensino, a Amorografia, que é a soma de esforços entre a formação socioemocional, uma educação de excelência e os valores franciscanos.
Em suas mais de 35 unidades, o Colégio Bom Jesus oferece várias modalidades aos alunos, e a abertura de turmas depende da realidade de cada Unidade e considera a estrutura física disponível, a procura dos pais e o número de interessados. Por esse motivo, as vagas podem ser disputadas, já que são limitadas.
Venha conhecer de perto uma de nossas Unidades e as atividades extracurriculares nela oferecidas. Agende uma visita, converse com nossa equipe e entenda como cada aula é projetada com afeto, propósito e atenção às singularidades de cada criança.
Não, atividades extracurriculares não são obrigatórias na educação básica. Elas acontecem fora do currículo escolar regular e são realizadas de forma voluntária, dependendo dos interesses da criança, e podem incluir atividades voltadas a artes, esportes ou acadêmicas.
Sim, elas ajudam no desempenho escolar porque estimulam o convívio, as habilidades emocionais e a persistência. Essas atividades ajudam a aliviar o estresse, ampliam o repertório de conhecimentos e incentivam o interesse por áreas diferentes.
Essa resposta é relativa e depende de cada criança. Algumas começam a se interessar por atividades a partir dos 3 anos de idade, enquanto outras começam mais tarde. Os pais podem ficar atentos ao interesse dos filhos em começar essas práticas.
A sobrecarga costuma aparecer por meio de sinais físicos, como sono extremo ou irritabilidade. As crianças, muitas vezes, verbalizam se estão se sentindo sobrecarregadas, mas alguns sinais como dificuldade para acordar também podem surgir.

