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19.11.2018

Estudar em uma universidade no exterior está mais fácil

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Estudar em uma universidade no exterior está mais fácil

O mercado brasileiro de educação internacional cresceu 23% em 2017 e alcançou a marca inédita de 302 mil estudantes. Os números são da Pesquisa Selo Belta, divulgada pela Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta). De olho no mercado globalizado e em boas oportunidades de carreira, pais e estudantes investem em formação internacional que, de acordo com especialistas, tem como outras vantagens ampliar a visão do aluno como cidadão do mundo, ampliar o conhecimento acadêmico e a comunicação com a comunidade globalizada.

Para Mônica Jonsson, gestora do Colégio Bom Jesus Internacional Alphaville, antes de investir na educação internacional, é importante que os pais conheçam o programa ofertado pela Instituição, as disciplinas e a validade dos créditos, bem como ter a certeza de sua qualificação e diplomação válida no exterior.

High School Bom Jesus
Oferecido pelo Bom Jesus em parceria com uma universidade americana, o programa High School tem duração de três anos e permite que o Colégio reproduza o currículo norte-americano por meio de aulas ministradas por professores nativos e fluentes em língua inglesa. Dessa forma, os participantes recebem a certificação simultânea do diploma americano – como se estivessem no exterior – e do currículo escolar brasileiro de Ensino Médio. Como não precisam sair do Brasil, os alunos contam com o diferencial de não se afastar da família, dos amigos e das suas atividades cotidianas.

Para ter acesso ao programa High School, o aluno deve estar devidamente matriculado no 9.º ano de qualquer uma das Unidades de ensino e ter comprovação do nível de inglês com a apresentação do PET da Universidade de Cambridge, ou obter aprovação no placement aplicado pela própria Instituição.

O aluno que participa do programa comunica-se com um professor estrangeiro presencialmente no Brasil e via plataforma digital no exterior, exclusivamente em inglês. Essa prática garante maior fluência na oralidade, propiciando que o estudante seja treinado em retórica acadêmica e tenha acesso a disciplinas ofertadas por escolas americanas, como economia, planejamento de carreira, marketing, entre outras.

Na opinião de Mônica Jonsonn, além da vantagem da dupla certificação − brasileira e americana −, esses alunos têm a possibilidade de ingressar em diversas universidades no exterior. “Eles também têm a experiência de participar de um programa com oportunidade acadêmica diferenciada, bem como de aperfeiçoar a língua inglesa”, finaliza a gestora.

Esse conteúdo foi publicado no Guia dos Pais, do G1 Paraná.