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07.12.2018

Saiba quais são os segredos dos mais bem colocados no vestibular

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Saiba quais são os segredos dos mais bem colocados no vestibular

Conquistar os primeiros lugares no vestibular é um dos grandes desafios para quem busca um futuro profissional. Conheça a trajetória e a rotina de estudos de alunos do Colégio Bom Jesus aprovados em cursos tradicionalmente concorridos.

  • Foco e disciplina: Para conquistar o primeiro lugar no curso de Medicina da PUC/PR, André Luiz Koch Liston, aluno do Colégio Bom Jesus desde o segundo ano do Ensino Fundamental, conta que os doze anos de estudo e a rotina que adotou foram fundamentais para o resultado. “Para garantir um bom rendimento, precisei de foco e constância. Saber que, por exemplo, independentemente do quão bom ou ruim fosse o dia, determinar um horário para encerrar minhas atividades ajudava a não perder nem dez minutos pensando no que estudaria na sequência”, compartilha.
  • Revisão: Já o segredo de Gustavo de Araujo Nishimoto, aluno desde a primeira série do Ensino Médio do Colégio Bom Jesus, para alcançar a segunda colocação no curso de Medicina da PUC/PR foi intensificar a sua preparação nos dois primeiros anos do Ensino Médio e deixar o terceirão o mais leve possível. “Sempre me esforcei para aprender efetivamente os conteúdos ensinados em aula para que o ano do vestibular fosse apenas uma grande revisão, assim como o método de ensino Bom Jesus propõe”, revela o aluno.
  • Simulados: Luca Moreno Louzada fez o Ensino Médio no Colégio Bom Jesus. Responsável pelo 2.º lugar geral em Ciências Econômicas, ele acredita que estudar em casa contribuiu para a sua colocação. “Em casa, fiz simulados de vestibulares passados para ter noção da dificuldade e comecei a ler os livros obrigatórios. No terceiro ano, fiz todos os exercícios das apostilas de todas as matérias. O que mais me ajudou foi prestar atenção nas aulas e tirar todas as minhas dúvidas em sala, no lugar de só tentar entender o conteúdo quando chegasse em casa”, conta.
Organização
  • Mente tranquila: Para organizar os estudos, André diz que antes é preciso tranquilizar a mente. Assim, durante o ano de vestibular e até hoje ele fala para si mesmo: Melhor do que ontem. Um dia por vez. “Toda oportunidade que tenho eu estudo, até que acabe a matéria do dia. Caso falte tempo para algo, marco o assunto e deixo esperando. Cedo ou tarde aparece algum feriado, não é?”
  • Método e repetição: No planejamento dos estudos, Gustavo se propôs a repetir todos os dias o mesmo processo para as seis aulas que teve pela manhã: começava lendo a teoria e grifando as partes mais importantes, depois fazia um resumo (dando ênfase e destaque àqueles detalhes que ainda não havia absorvido) e, então, realizava os exercícios propostos para aquela aula. “Nunca me esquecendo uma das partes mais importantes, que é a correção dos exercícios, para analisar o que eu tinha errado e o que precisava rever ou treinar mais um pouco”.
Vida social
  • Planejamento: Saber o que fazer, com quem e por quanto tempo é o conselho de André para não deixar a vida social de lado em ano de vestibular. Aproveitar as pessoas de quem gosta e fugir da culpa do “devia estar estudando” são formas de deixar a mente mais saudável. “É preciso estudar? Com certeza. Mas não tem ganho nenhum em se isolar socialmente para ganhar cinco horas de estudo por semana. Pelo contrário, prejudica”, alerta.
  • Limites: Gustavo concorda sobre a necessidade de lazer e lembra que é importante ter uma boa distribuição do tempo. Para isso, deixou os momentos com a família e amigos para os feriados. “Em todos os feriados prolongados, eu escolhia um dia para relaxar e dar um pouco de atenção para a família e sair com os amigos.” Já Luca preferiu reservar um tempo nos fins de semana. “Estudava bastante durante a semana e deixava a maior parte dos finais de semana para descansar e sair. O que fez mais diferença foi aproveitar ao máximo o tempo em sala de aula, para ter tempo livre em outros momentos”.
Rede de apoio
  • Respeito da família: O ano de vestibular é um ano do aluno. André explica que, apesar do apoio constante dos pais, o espaço e a compreensão no processo de estudo são fundamentais. “A luta não é mais contra a nota do colégio; é contra você mesmo, o quanto você consegue aprender e se manter motivado. O fato de minha família ter reconhecido isso me permitiu construir o método de estudo, que – por ser meu – pude seguir de forma mais assídua e regrada”.
  • Colégio: A qualificação e o acompanhamento do Bom Jesus para Gustavo em todas as necessidades – acadêmica, sentimental, espiritual e física – deram suporte e estabilidade para ir atrás de seus sonhos. “Sempre me senti muito confortável no espaço do Colégio, por me darem segurança de que estava no lugar certo para alcançar o que ambicionava. Os professores sempre foram solícitos, pacientes e muito engraçados, o que deixou toda essa maratona (como o nosso coordenador Marcus sempre descreve) muito mais leve e agradável”. Luca também se lembra das aulas extracurriculares à tarde no Colégio, que contribuíram muito para o resultado final.
Reta final
Depois de toda a dedicação nos anos escolares e pré-vestibular, a consciência precisa se manter em paz. André acredita que, na reta final para o vestibular, o conteúdo já não é o mais importante: o que vale é a prova. Saber como se portar na hora do vestibular – com calma e confiança – vai ser o fator mais influente no resultado.

Para Gustavo, o segredo é esforço, dedicação e resiliência. “Às vezes, algumas coisas podem sair do controle e o imprevisível ocorrer, mas mantenha a calma e o foco. Nunca se esqueça de que seus esforços devem ser proporcionais aos seus sonhos, então, se quiser chegar longe, lute muito!”

Luca também acredita que o psicológico faz toda a diferença e manter a confiança e a dedicação que se teve ao longo do ano é essencial para ter um bom aproveitamento.

Esse conteúdo foi publicado no Guia dos Pais, do G1 Paraná.